Timão da Fiel

Gol 10 mil está chegando!

fevereiro 9, 2010 · Deixe um comentário

Blog aposta que um deles fará o gol 10 mil do Coringão

O Corinthians já marcou 9.989 gols ao longo de seus quase 100 anos, de acordo com o Almanaque do Timão, até a vitória por 4 a 0 contra o Sertãozinho.

Restam 11 tentos para o gol 10 mil, o qual já foi comentado pela grande imprensa esportiva.

Em 2010, foram 15 gols em 8 jogos.

Jorge Henrique é o artilheiro com três gols marcados.

Com essa marca o Corinthians tem a média de 1,85 gol por partida.

Como não existe 0,85 gol e o blog é otimista, o Coringão tem média de 2 gols por jogo.

Sendo assim, o gol 10 mil pode acontecer daqui a seis jogos, ultrapassando a marca para 10.001.

Sensacional, não é?

Meu palpite mais otimista para o gol 10 mil vai para o jogo contra o Santos, em plena Vila Belmiro, daqui a cinco jogos.

E será marcado por Jorge Henrique.

Agora o palpite mais cauteloso não vai longe disso não: contra o Botafogo de Ribeirão Preto, no Pacaembu.

Mas para essa partida o homem deste gol histórico será Ronaldo.

Se os palpites estiverem errados, não importa.

O que vale é a felicidade da Fiel.

Clique aqui e imagine qual será o jogo do gol 10 mil.

VAI, CORINTHIANS!!!

Lielson Tiozzo

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Faço das palavras dele…

fevereiro 9, 2010 · Deixe um comentário

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Melhor lateral para a Libertadores

fevereiro 8, 2010 · Deixe um comentário

Roberto Carlos pode fazer história se ganhar a Libertadores. Saravá, saravá!

Seguindo a comparação dos times do Corinthians que disputaram a Libertadores em suas últimas três participações (2000, 03, 06) com a equipe de 2010, vamos analisar os laterais direitos e esquerdos.

Vale ressaltar que essa análise parte da opinião própria do blogueiro, pelo que viu e concluiu.

Vamos lá!

Laterais direitos e esquerdos que eram titulares ou reservas imediatos:

Corinthians 2000: Daniel, Índio, Kleber, Augusto.

Corinthians 2003: Rogério, Kleber, Roger, Fabinho, Juliano*.

Corinthians 2006: Coelho, Eduardo Ratinho, Rubens Júnior, Gustavo Nery.

Corinthians 2010: Alessandro, Balbuena, Roberto Carlos, Escudero (?) Jucilei.

Índio, Campeão do Mundo, era preterido pelo fraco Daniel em 2000

O Corinthians de 2000 era penso. Sim, penso. Quem solta pipa sabe que penso é quando pende mais para um lado.

Aquele timaço tinha na esquerda Kleber, ainda jovem, pouco experiente.

Mas Kleber ainda sim era melhor do que seu reserva imediato, Augusto.

Muito melhor. Kleber já tinha cruzamentos precisos, os quais sempre saiam na medida precisa para alguém arrematar.

Índio e Daniel eram fracos.

Mas Índio ainda era mais raçudo; Daniel foi titular por pura insistência de Osvaldo de Oliveira.

Timão de 2000: + 1 ponto.

Com grandes atuações pelo Corinthians, Kleber foi vendido para a Europa e depois foi parar na Seleção

O Corinthians de 2003 manteve Kleber na lateral-esquerda. Já mais experiente, ele estava cada vez mais preciso nos cruzamentos.

Kleber só pecou na partida de ida das oitavas-de-final diante do River.

Foi expulso por não saber lidar com a provocação de D’Alessandro, em pleno Monumental de Nuñes.

Mesmo assim era “o cara da lateral” na época.

Seu reserva Roger era péssimo. Jogou bem no Flamengo, mas no Corinthians não agradava ninguém, sinceramente.

Já na lateral-direita o Coringão tinha Rogério, ex-porco.

Rogério já vinha desenvolvendo um bom futebol desde 2001.

Aí ficou fácil para ele ser o dono da posição e praticamente não ter reserva; Fabinho seria na base do improviso e Juliano (alguém aí se lembrava?) mal jogou, por nem ter posição fixa na verdade.

Rogério, em suma, foi um dos grandes laterais-direitos do Corinthians nos últimos 20 anos.

Coringão de 2003: + 2 pontos.

Coelho acabou crucificado depois de gol contra diante do River Plate em 2006

O Coringão de 2006 era fraquíssimo nas laterais.

Na direita, Coelho enganava, Eduardo Ratinho também.

Coelho foi um dos crucificados diante da eliminação para o River.

Já Ratinho, para falar a verdade, mal jogou aquela Liberta.

Ele, aliás, tinha se destacado no Brasileirão e parecia ser o homem certo até para a Seleção.

Mas, ninguém sabe como, seu futebol sumiu.

Na esquerda, o homem de confiança seria Gustavo Nery, tendo em vista seu bom Brasileirão de 2005.

Entretanto, como seu pensamento estava todo na Copa da Alemanha, ele sequer pôde jogar a Libertadores direito, por estar no Departamento Médico, só para variar.

Então o Corinthians teve que apelar para Rubens Júnior.

Embora RJ fosse raçudo, nem de longe era o ideal.

Não dava mesmo para o Corinthians em 2006 depender das laterais para alguma coisa.

Timão de 2006: zero ponto.

Apesar de frequentar o DM, Alessandro é a melhor opção para a lateral-direita

Para a Libertadores de 2010, o Corinthians finalmente virá forte nas laterais.

Isso, claro, se sempre contar com seus titulares para as posições.

Alessandro tem qualidade, como todos puderam ver ao longo das últimas principais conquistas.

Apesar de ter frequentado bastante o DM nos últimos meses, ainda é o melhor lateral-direito para o Corinthians no momento.

Na esquerda, Roberto Carlos vem provando que pode ser um dos grandes nomes deste Corinthians.

O blogueiro nunca foi fã de sua personalidade, mas reconhece que RC tem tudo para ser um dos melhores da posição muito em breve.

O problema do Corinthians está na reserva para os laterais.

Balbuena e Escudero são grossos.

O paraguaio ainda tem bom chute de perna direita, é polivalente.

Mas o argentino é horrível.

O negócio é improvisar Jucilei na direita quando for preciso.

O “negão”, como é chamado pelo elenco todo, dá conta do recado e isso pode fazer a diferença em certas ocasiões se compararmos com os elencos anteriores.

Ainda falta conhecer o tal de Moacir, ex-Sport.

Corinthians de 2010: + 3 pontos

Placar geral

Timão de 2010: 5 pts

Timão de 2000: 3 pts

Timão de 2003: 2 pts

Timão de 2006: -

Ainda nesta semana a comparação dos zagueiros.

Confira a comparação dos goleiros:

http://timaodafiel.wordpress.com/2010/02/05/equilibrio-no-gol/

Lielson Tiozzo

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Um passeio no Pacaembu

fevereiro 7, 2010 · Deixe um comentário

Um passeio numa tarde de calor e chuva no Pacaembu.

Assim pode ser definido o jogo desse sábado, 6, do Corinthians pelo Campeonato Paulista.

O fraco Sertãozinho do fanfarrão Paulo Comeli não fez sequer cócegas no time do povo.

Aliás, nas poucas vezes que chegou próximo do gol, esbarrou em Felipe.

4 x 0 para falar a verdade foi pouco.

O Corinthians poderia ter feito mais se tivesse um Iarley mais inspirado, um Dentinho menos lento.

Iarley merece crédito, mas está muito mal. Longe de ser aquele tal “Senhor Libertadores”.

Já o restante do time foi bem.

Chicão marcou seu primeiro tento em 2010.

Ele e William foram muito seguros.

Roberto Carlos jogou muito, deu o passe para Marcelo Mattos também desencantar e fazer o terceiro gol.

Golaço de Mattos por sinal.

Mas gol bonito mesmo foi o de Jorge Henrique.

De fora da área, da meia lua, na caçapa.

JH é disparado o melhor do Corinthians neste momento.

Sem ele, o Timão perde o gás, fica sem a mesma força ofensiva.

Destaque também para o belo gol de Edno.

O primeiro gol do ex-lusitano foi graças a um passe magnífico de JH.

Edno, com frieza, só tirou do goleiro adversário.

Ele lavou a alma e provou para Mano que merece mais chances.

Merece o mesmo que Bill e Souza.

Edno deveria ser o centro-avante reserva de Ronaldo.

O Corinthians agora tem uma semana para treinar, treinar e treinar.

Já sabe que o Racing será o primeiro adversário da Liberta.

Terá pela frente dois jogões: a estréia na Liberta e o clássico contra o Santos, na Vila.

Antes tem Lusa no Canindé, Mogi fora e Rio Branco no Paca.

“Haja o que hajar…o Corinthians vai ser o Campeão”

VAI, CORINTHIANS!!! 

Lielson Tiozzo

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Equilíbrio no gol?

fevereiro 5, 2010 · 1 Comentário

Dida foi um dos melhores da história corinthiana. Felipe pode substituí-lo?

No post anterior a este ( http://timaodafiel.wordpress.com/2010/02/05/timao-mais-forte-em-2010/ ) o blog afirmou que o Corinthians de 2010 é o mais forte que já disputou uma Libertadores.

A afirmação é bastante leviana se levar em conta que este Corinthians atual sequer estreou na competição.

Mas, pelo conhecimento dos jogadores, é possível fazer análises frias e chegar às primeiras conclusões.

Vamos aos goleiros de 2000, 2003 e 2006, o que corresponde às últimas participações do Timão na Liberta.

Ao final da análise, o blog dará um ponto por cada representante de cada time que tiver um goleiro elogiado, ok?

Ou seja, se o goleiro x, y de 2000 ganhar elogios, dois pontos para o Coringão de 2000, se os de 2006 forem só cornetados, tal elenco não ganhará ponto algum.

Ao final, veremos qual Corinthians fez mais pontos de acordo com a opinião do blogueiro. 

Goleiros de 2000: Dida e Maurício

Goleiros de 2003: Doni e Rubinho

Goleiros de 2006:  Marcelo, Johnny Herrera e Silvio Luiz

Goleiros de 2010: Felipe, Júlio César e Rafael.

*Se o blog não está maluco, estes são os nomes dos goleiros do Corinthians nas competições de 2000 a 2006 e os que provavelmente vão disputar em 2010.

Dida é um dos grandes ídolos da Fiel no Século XX e XXI. Graças a ele o Corinthians já passou por jogos dificílimos.

Em 2000, Maurício sequer precisou se preocupar em jogar, porque Dida dava conta do recado.

Mas, se o Corinthians precisasse de Maurício, com certeza estava bem servido.

Vale lembrar que naquela partida histórica contra o São Paulo, pela semi-final do Brasileirão de 1999, Dida saiu machucado após a segunda defesa consecutiva dos penâltis batidos por Raí.

Maurício entrou e ainda salvou o Coringão do empate!

Timão de 2000: DOIS PONTOS.

No Corinthians, Doni nunca foi sinônimo de segurança no gol

Doni nunca foi unanimidade no Corinthians. Levou inúmeros frangos e quase comprometeu a equipe em diversas ocasiões.

Ninguém tinha confiança.

Mesmo assim, por força de empresários, foi parar na Europa.

Já Rubinho nunca se firmou no Corinthians e sofria do mesmo estigma de pouco confiável.

A paciência com ele, na verdade, era por ser irmão de Zé Elias…

Timão de 2003: ZERO PONTO.

Ainda jovem, Marcelo tinha pouca experiência e qualidade para defender o Timão

O Corinthians nunca esteve tão mal representado de goleiros como em 2006.

Marcelo agradou poucas vezes, mas nem de longe era o ideal para a Liberta.

O chileno Johnny Herrera era mais uma das invenções da MSI.  O cara até sumiu…

Silvio Luiz veio a  partir da fase final, mas não fez grandes partidas. Saiu sem deixar saudades.

Timão de 2006: ZERO PONTO.

Felipe terá a chance de se consagrar e entrar para o hall de ídolos

Felipe é considerado o principal canditado a sucessor de Dida.

Suas falhas em 2008, 2009 e começo de 2010, porém, faz a Fiel ficar dividida entre dar confiança a ele ou não.

Mas Felipe tem qualidade e se tiver o lado psicológico bem trabalhado é um grande goleiro.

Merece elogio.

Já os reservas são incógnitas.

Rafael não fez nada para provar que merece ser o segundo goleiro no lugar de Júlio César.

Enquanto isso, Júlio é pegador de pênaltis (melhor que Felipe nesse ponto), mas por ter pouca estatura comete falhas infantis, inclusive na saída do gol.

Em suma, os reservas não são tão confiáveis é verdade, mas são melhores do que todos os disponíveis no time de 2006.

Timão de 2010: DOIS PONTOS.

Placar geral

Timão de 2000: 2 pts

Timão de 2010: 2 pts.

Timão de 2003: -

Timão de 2006: -

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Timão mais forte em 2010!

fevereiro 5, 2010 · 1 Comentário

Fenômeno Ronaldo é a principal arma para a inédita Libertadores

O Corinthians está cada vez mais próximo de estrear na Copa Libertadores da América de 2010.

Será a oitava participção do clube em toda história da competição.

Um dos fatores decisivos para a conquista do título é, sem dúvida, a qualidade do elenco.

E, para 2010, o blog acredita e afirma com segurança:

O Corinthians entrará nesta Libertadores com o elenco mais forte do que das vezes anteriores.

A partir desta sexta-feira, 5, o blog fará uma análise comparando os elencos de 2000, 2003 e 2006 com o de 2010.

Será uma tentativa de, numa análise fria, provar que o Corinthians de 2010 é até mais forte que o de 2000 e que, na prática e não no papel, pode enfim chegar ao topo.

Sonho máximo de qualquer corinthiano para esta temporada, a Libertadores vai pegar fogo.

Dia 24 de fevereiro a estréia corinthiana será contra o Racing do Uruguai, que conseguiu eliminar o Junior de Barranquilla (COL), no Pacaembu.

Não dá para esperar molezas pelo caminho.

Então, no post a seguir começa a análise pelos goleiros.

Depois a ordem será a seguinte: laterais, zagueiros, volantes, meias e atacantes, além dos treinadores.

Vale ressaltar que só serão analisados os titulares e reservas imediatos.

VAI, CORINTHIANS!!! 

Lielson Tiozzo

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Maldita tampa de caixão

fevereiro 4, 2010 · Deixe um comentário

Sabe quando você tem uma premunição e vem aquela quase certeza de que algo não vai dar certo?

Pois é.

Isso já deve ter acontecido com muita gente.

Nessa quarta-feira, todos os corinthianos leram e ouviram por meio dos veículos de comunicação sobre a invencibilidade de 28 jogos no Paulistão.

Talvez por falta de um assunto mais “vendável” a imprenssa bateu muito nessa tecla, falando menos do time misto do Corinthians para um jogo dificílimo contra a Ponte Preta.

Vencer a Macaca lá em Campinas desde os anos 1910 nunca foi tarefa fácil e se o time não levar a sério, perde mesmo.

Toda aquela badalação, ou bajulação como queiram, parecia conspirar contra mais uma vitória corinthiana neste ano.

Para aumentar ainda mais a má sensação, aquela camisa horrorosa.

É triste dizer isso a respeito do manto do Corinthians, mas aquela tampa de caixão não merecia nem ser fotografada.

A sensação de derrota foi aumentando ao ver um Corinthians sem liga, se segurando como dava com três jogadores titulares da defesa, mas um, o lateral-esquerdo, que não tem a menor condição psicológica de exercer tal função.

Com um time muito fraco no ataque, porque Boquita, Dentinho e Yarlei foram péssimos, o Corinthians não conseguia empolgar.

Apesar de a marcação funcionar, um time não ganha jogo se não fizer gols, ou ao menos tentar fazer.

Óbvio, né?

Mas para Mano Menezes parece que não.

Porque já que Danilo não conseguiu render com Boquita dividindo a função de municiador, restava a Jucilei chegar no ataque.

Ele poderia muito bem jogar avançado e revezar com Danilo e Boquita na cobertura da defesa.

E graças a teimosia do rapaz o Corinthians ainda fez 1 x 0, coisa que sinceramente parecia impossível.

Depois Mano, ao invés de elogiar Juci, pediu para que ele ficasse plantado na defesa.

Com Danilo pouco inspirado, Boquita fingindo jogar, Dentinho horrível e Iarley parecendo uma parede de squash não dava mesmo para a defesa segurar a fúria da Macaca.

Empurrada por uma torcida fanática, diga-se de passagem, a Ponte foi para cima.

Parecia saber que o caminho seria insistir nas jogadas pelo setor de Escudero.

Ai meu Deus, Saravá São Jorge!

Escudero conseguiu fazer pênalti em Finazzi, que para chegar a 15 km/h na corrida precisa levar um empurão ou descer a ladeira.

Pênalti Felipe não pega mesmo, só se for na, com o perdão da palavra, cagada!

1 x 1

Pouco tempo depois Finazzi aproveita um cruzamento perfeito e vira o jogo.

Gol de um cara que saiu do Corinthians brigado com Mano e ainda processou o clube para receber os direitos de imagem atrasados.

É de xingar, não é?

Mas fazer o que?

O cara sempre teve faro de gol, de a bola bater em sua canela e entrar.

Maldita camisa tampa de caixão.

Ela e o péssimo futebol do Corinthians, com a assinatura da má atuação dos cidadãos já citados, enterraram uma invencibilidade que poderia durar um pouquinho mais.

Agora é levantar a cabeça e enfrentar o ferrolho do Sertãozinho no sábado.

Quem for ao Pacaembu, por favor, torça.

Não é hora de cornetar.

VAI, CORINTHIANSSSS!!!

Lielson Tiozzo

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Pela invencibilidade

fevereiro 3, 2010 · Deixe um comentário

O Corinthians ostenta uma invencibilidade de 28 partidas pelo Campeonato Paulista.

Começou em 2009, ano inesquecível para a Fiel.

Nesta quarta-feira, às 21h50, contra  Ponte Preta o time será “misto”.

Jorge Henrique e Elias serão poupados.

Roberto Carlos e Ronaldo estão fora, o primeiro por suspensão e o segundo por contusão sofrida contra o Mirassol.

Defederico tampouco estará no banco.

Jogo duro pela frente, não tenham dúvida.

A Ponte Preta sempre é perigosa em Campinas.

Pode estar na pior fase, quase caindo.

Mas gosta de dificultar as coisas.

O Corinthians precisa de atenção.

A Ponte vai tentar jogar nos erros do Timão, principalmente com o “banheira” Finazzi lá na área.

Aliás, Finazzi moveu processo contra o Coringão e vai querer aprontar.

Mas Chicão, mesmo em dia pouco inspirado, é o suficiente para segurá-lo.

Em bolas altas, aí sim, é preocupante, embora no clássico contra o porco o Corinthians tenha se saído bem.

É ter Fé no São Jorge!

E torcer para essa camisa tampa de caixão não dar azar.

Com raça venceremos!

Pela memória da Danúbia, aquela do Filme Fiel, que foi raçuda até o último minuto de sua vida.

Descanse em paz, Danúbia.

VAI, CORINTHIANS!!!

Lielson Tiozzo

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Uma camisa dos infernos

fevereiro 1, 2010 · Deixe um comentário

Qual a explicação para esse atentado à história do Corinthians?

A diretoria do Corinthians, em especial o departamento de marketing, conseguem a cada novo lançamento de uniforme “segmentar” cada vez mais a torcida.

Pois é, eles conseguem fazer o povão, que pela natureza já tem opiniões distintas, ficar dividido com relação ao tal uniforme roxo.

Essa palhaçada, ou melhor, esse atentado às tradições do Corinthians começou em 2008.

Uma camisa horrorosa, parecida com a dos Teletubies, que nem de longe Miguel Bataglia, Rafael Perrone, Joaquim Ambrózio e companhia imaginavam que o Corinthians iria ter.

Pelo menos metade da torcida adorou a idéia, afinal o Corinthians tinha caído e precisava de apoio.

Então, Roxemberg dizia que só o “corintiano é roxo”.

“Roxo é meu saco”, respodiam os mais fervorosos, incluindo o blogueiro.

Passada a polêmica e apenas três jogos no ano com aquela aberração, todos esperavam que a tal idéia fosse acabar.

Que nada…

Veio mais um jogo com aquela camisa cor de uva e ela foi temporariamente “sepultada”.

Quarta-feira à noite, Barueri.

Lá estava o blogueiro e seus amigos para um duelo importante do Brasileirão 09.

Eis que o Corinthians entra em campo com uma camisa bem escura, que mal dava para identificar outra cor senão a preta.

Mais tarde, ao ver os gols pela internet, deu para identificar a segunda aberração que o marketing elaborou para a Fiel.

Desta vez, a camisa roxa e preta não engrenou como esperavam.

Os mesmos que compraram a primeira versão mantiveram-se firmes e continuaram insistindo na merda!

Alguns que detestaram a tal camisa roxa se renderam e compraram a com as listras pretas.

Mas aquele uniforme agressivo e sem explicação histórica alguma (apenas explicações mercadológicas não bastam para o coração corinthiano apaixonado) não pegou mesmo.

Começo de 2010, pós-super-clássico.

Corinthianos felizes com a vitória por 1 a 0 sobre o Porco.

Quebra de um pequeno mas incômodo tabu.

Vem a diretoria e apresenta esse uniforme horroroso,” mais feio que um capeta chupando limão”, como dizem no interior de SP. 

Uma cruz sepulcral no meio do uniforme, um tom de velório, com bizarrices inexplicáveis.

Querem enterrar nossa história?

Que homenagem mais ridícula para São Jorge, que se bobear deve ter caído do cavalo ao ver aquilo.

Não tem explicação esse atentado, essa violação à história.

Isso pelo menos para quem tem no Corinthians a maior fonte de alegrias, a própria história, a própria vida.

É revoltante.

E mais revoltante ainda são os corinthianos do século XXI que vão comprar por impulso oriundo do capitalismo.

Essa camisa representa um desrespeito à centenária camisa alvinegra.

Camisa que custava muito cara no início da década de 1910, sendo bege no começo.

O tempo, o suor dos jogadores, fizeram ela desbotar em poucos jogos.

Para facilitar as coisas, o Corinthians adotou a cor branca com o calção preto.

Dizem que o branco foi por sugestão de uma lavadeira.

Ou seja, a camisa branca tem história.

Foi com ela que o Corinthians venceu o Palmeiras em 1954 e foi campeão do IV Centenário.

De branco, o Corinthians venceu o SP em 1990 e foi Campeão Brasileiro pela primeira vez.

E o que dizer da camisa listrada? Essa que é a mais linda do mundo!

1977, 1982…TÍTULOS HISTÓRICOS!

Aí vem um monte de idiotas e aceitam essa maldita cor roxa em nosso uniforme.

Não tem explicação!

Não tem mesmo.

Apóio qualquer protesto.

Nem que for para quebrar o pau.

O CORINGÃO NÃO É BICHA TRICOLOR!

SAI, ZICA!

VAI, CORINTHIANS!!!

Lielson Tiozzo

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Acabou o maldito tabu! 1 x 0

janeiro 31, 2010 · Deixe um comentário

Parece coisa de preguiçoso, mas não foi.

O blogueiro preferiu ficar quietinho até depois do clássico, o maior de todos.

Superstição?

Talvez…

Quando Tcheco cruzou, um cidadão ao meu lado já gritava gol.

Profecia?

Não, era o fim do tabu que já quase chegava aos quatro anos.

Jorge Henrique salta no segundo poste para, de cabeça, colocar o Corinthians à frente de seu maior inimigo.

VIVA, SÃO JORGE HENRIQUE!

Um gol típico dele, já que mesmo baixinho, cabeceia melhor do que muitos grandalhões (ouviu, Bill e Souza?).

Poucos minutos depois, Roberto Carlos acabou expulso.

Preocupação geral dos corinthianos.

Mas no grito e na raça dos jogadores a Fiel foi se tranquilizando.

Mano poderia ter sido mais ousado?

É ser muito leviano dizer isso.

Afinal, o Coringão ganhou.

Não importa se demorou para mexer, se Elias foi muito mala ao dizer “não” no momento de ser substituído.

O que importa é a raça, volto a dizer, a vontade dos jogadores de segurar o 1 a 0 e tentar o segundo no contra-golpe.

Isso significa que o Corinthians é um time inteligente.

Vale ressaltar que no Pacaembu o Corinthians é soberano nos clássicos desde os anos 1940.

Seja contra porco, seria ou bambi.

Contra os porcos todos serão no estádio mais bonito da capital.

Sinônimo de fortes emoções para a Fiel e, quem sabe, só vitórias!

E o tabu?

@$@#$@

São Jorge Henrique!

Agora, que venha a Libertadores.

VAI, CORINTHIANS!!!!

Lielson Tiozzo

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